Algumas áreas de formação terão mais probabilidades de sucesso que outras, em 2012.
Numa altura em que encontrar um emprego se torna mais difícil e que
aumentam as filas de desempregados diplomados, existem áreas de
formação que com maior probabilidade de sucesso no mercado. "O problema,
para mim, são os cursos superiores muito especializados. Precisamos de
menos especialistas e mais generalistas", defende Luís Reis,
administrador delegado do Hay Group. Na sua opinião, as áreas mais
generalistas, como Gestão e Economia, têm mais facilidade de entrada no
mercado, uma vez que as suas competências podem ser utilizadas em
diversas áreas. "Quanto mais técnicas forem as áreas, mais dificuldades
terão em fazer outras coisas", sublinha. Por exemplo, um arquitecto pode
ser excelente, mas não sabe fazer mais nada na vida, enquanto o
economista ou o gestor tem um leque maior de funções que pode ocupar.
Algumas áreas de formação terão mais probabilidades de sucesso que outras, em 2012.
Numa altura em que encontrar um emprego se torna mais difícil e que
aumentam as filas de desempregados diplomados, existem áreas de
formação que com maior probabilidade de sucesso no mercado. "O problema,
para mim, são os cursos superiores muito especializados. Precisamos de
menos especialistas e mais generalistas", defende Luís Reis,
administrador delegado do Hay Group. Na sua opinião, as áreas mais
generalistas, como Gestão e Economia, têm mais facilidade de entrada no
mercado, uma vez que as suas competências podem ser utilizadas em
diversas áreas. "Quanto mais técnicas forem as áreas, mais dificuldades
terão em fazer outras coisas", sublinha. Por exemplo, um arquitecto pode
ser excelente, mas não sabe fazer mais nada na vida, enquanto o
economista ou o gestor tem um leque maior de funções que pode ocupar.
Também Álvaro Fernández, ‘managing director' da Michael Page
Portugal, considera que as melhores apostas continuam a ser Gestão e
Economia, cursos aos quais acrescenta o Marketing (nomeadamente a sua
vertente online) e a Contabilidade. Já os cursos de Engenharia são uma
boa aposta, mas apenas em empresas com movimentos internacionais, que
desenvolvem o seu negócio em economias emergentes como o Brasil, alguns
países de África e Médio Oriente, porque em Portugal o mercado está
fechado.
Álvaro Fernández destaca ainda a importância dos cursos de línguas.
"Cada vez mais, as empresas desenvolvem projectos internacionais onde o
conhecimento de um ou mais idiomas estrangeiros é requerido", sublinha.
O responsável da Michael Page destaca funções específicas com boas
oportunidades em 2012: o gestor de exportação e o director de mercados
internacionais, que ganham relevância em empresas do sector alimentar,
vinícola, industrial e têxtil num mercado cada vez mais globalizado e
voltado para o estrangeiro; funções de ‘medical scientific liaison' e de
‘market acess' na indústria farmacêutica; funções de marketing ‘online'
e ‘e-commerce' uma vez que a Internet continua a ser um canal em
constante crescimento; as previsões de fortes alterações às leis fiscais
e do trabalho dão um forte impulso, por outro lado, à área de Corporate
Tax, Direito Laboral, Fiscal e Contencioso; e ainda as funções
financeiras e contabilísticas, que continuam a ser procuradas pelas
empresas numa altura de crise em que a gestão do equilíbrio entre
receitas e gastos é cada vez mais importante. Os directores financeiros,
‘controllers' financeiros e de crédito e cobranças, analistas de risco e
chefes de contabilidade terão também fortes probabilidades de sucesso.
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